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Creche Escola Espaço Encantado da Tia Lu
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lucienegs@yahoo.com.br

O MINISTÉRIO DA SAÚDE 

ADVERTE:

A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.

meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados. Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.

A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge 50% quando a infecção alcança a corrente sanguínea e é este um dos motivos da importância do tratamento médico. Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele (que são inicialmente semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue) são alguns dos seus sintomas.

A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida, pode levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.

Geralmente a incidência da doença é maior em países em desenvolvimento, especialmente em áreas com grandes aglomerados populacionais. Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio.

Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.

Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes.

 

E lembre-se: nunca use remédios sem prescrição médica. 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

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 • Períodos de 4, 6, 8, 10 ou 13 horas, de acordo com sua necessidade. • A tranquilidade de acompanhar sua criança através de Monitoramento pela internet • Refeições incluídas para crianças matriculadas em períodos acima de 5 horas • Refeições opcionais para crianças matriculadas no...

Educação Infantil no Brasil

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Creche Parcial,Integral e Semi-Integral

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Creche Parcial,Integral e Semi-Integral

11/08/2011 23:22

 

 
           Eis um momento de grande importância na vida de uma criança: a fase da retirada de fraldas.Para os adultos, fase de ansiedade, preocupações, medo e expectativa. Para a criança, momento de auto - afirmação, descoberta, necessidade de compreensão e carinho. E justamente por se tratar de uma etapa tão especial, merece ser entendida e acompanhada bem de pertinho.
            A fase ideal para se efetivar a retirada de fraldas varia de criança para criança, mas em média deve ocorrer em torno de 2 anos. Nesta fase, o pequeno já apresenta um desenvolvimento físico e emocional que o permite realizar seu  controle esfincteriano ( relativo às fezes ) e da micção ( relativo à urina), fatores necessários para que possa ocorrer a tão esperada retirada das fraldas.
            Mas é justamente este termo “tão esperado” que precisamos agora nos atentar. Nesta fase do desenvolvimento, a criança percebe que aquilo que ela produz – neste caso, seu xixi e seu cocô - é algo de grande valor. Afinal, por mais absurdo que possa parecer em nossa lógica de adultos bem crescidinhos, estas são suas primeiras “grandes” produções!
 Na lógica e no psiquismo infantil é exatamente assim que as coisas funcionam: o xixi e o cocô são elementos que têm grande destaque, pois são os primeiros através dos quais a criança percebe que é capaz de produzir algo. Este algo “vem dela mesma”, e por esta razão, costuma ser altamente valorizado por ela. Nesta fase podemos presenciar, por exemplo, algumas cenas tais como ver a criança “dando tchau” para seu cocô, como se o mesmo tivesse vida ou depois de já ter se urinado, falar para os pais “Quero fazer xixi!”
           Por tratar-se de uma fase tão complexa e importante para toda criança, grandes ansiedades e expectativas vindas de pais e educadores, pouco ajudarão. A retirada de fraldas exige muita paciência por parte do adulto, que precisa dar à criança um espaço próprio para assimilar este novo hábito. É muito importante que ele possa acompanhar esta etapa bem de perto, dando muito carinho, atenção e afeto ao pequeno. 
           Vale lembrar que não existe uma duração de tempo pré - determinada para que o processo de retirada de fraldas se complete. Cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento, que deve ser totalmente respeitado. Afinal, já diz o velho ditado que “apressado come cru!”, e em termos de crescimento, não podemos pensar de maneira diferente.
           Outra coisa importante é que, em geral, a criança costuma começar a controlar primeiramente o momento da micção para só depois controlar o momento da evacuação. Aliás, é muito comum para algumas crianças, ainda requisitarem aos pais que coloquem nela a fralda na hora de evacuar, mesmo depois de já não estar usando-a costumeiramente ou até mesmo não evacuar na escola ou na casa de parentes e amigos. Isto acontece pois, para que este último processo aconteça, é ainda mais necessário que a criança se sinta segura e totalmente à vontade no local e no momento em que o realiza. Vale lembrar que isto também acontece com muitos adultos, que relatam não conseguir evacuar em outros locais que não suas próprias casas e que enfrentam até mesmo constirpações em viagens e outras situações afins. Em geral, com o tempo e com a segurança gradual desenvolvida, a criança passará naturalmente a também evacuar no penico ou vaso sanitário.
           A última etapa a ser cumprida é a retirada da fralda noturna. Só depois que a criança estiver bem adaptada ao novo hábito, durante o dia, é que o trabalho do desfraldar noturno deve começar. No início, será necessário que os pais acordem a criança à noite, para que ela vá ao banheiro, hábito este que gradualmente será deixado de lado, de acordo com o seu ritmo de desenvolvimento e aprendizado.            Apesar de raro, em alguns casos, percebemos que enquanto a retirada diurna está ocorrendo, a fraldinha da criança já amanhece seca. Neste caso, podemos iniciar concomitantemente a retirada de fraldas noturna. 
           O mais importante em toda esta fase é acreditar no potencial da criança, ter paciência e compreensão, pois afinal, todos nós – pais educadores - também já fomos crianças e provavelmente, também demos um certo trabalho para nossos pais, não é?
POR CARLA DO ESPÍRITO SANTO - PSICÓLOGA